É na pele que se sente o sopro do vento vindo de lá. É nela que se absorve o ardor de uma paixão e em seu arrepio se exalam nossas emoções. No contato dela nasce a vida. Sobre nova pele, outra alma se anima. É ela, a superfície da epiderme, que mostra o vigor da juventude. E em linhas profundas, não mais firme e rígida, realça a experiência de uma história já vivida.
A pele mostra nossos desejos, mas não só deles somos feitos…
Lindo, Karoline.
Continuo visitando sua casa virtual… e sinto falta de novos textos.